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Está desempregado? Então fique ligado!

Ao término da leitura deste texto, 20 pessoas foram contratadas no Brasil.

Conforme dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados) do Ministério da Economia, 1 pessoa foi contratada no Brasil a cada 2 segundos em 2018.

Ou seja: 15,4 milhões de pessoas foram contratadas no país no ano que passou.

Deixe de olhar para os 12 milhões de desempregados e comece a observar o total de contratações.

A mídia normalmente divulga o SALDO entre as contratações e demissões, que é muito baixo se comparado ao total de contratações.

Por isso, renove as esperanças, mantenha a autoestima em alta e não desanime.

Se precisar, podemos te dar uma força nesta luta.

Acesse www.EUCONSIGO.org agora mesmo.

Afinal, durante o tempo da leitura deste texto, 20 pessoas foram contratadas!

 

Por : Sady Bordin

Presidente Instituto Eu Consigo

Todos nós temos uma marca. É a forma como somos reconhecidos. É o que falam de nós quando estamos ausentes. É a imagem que passamos ao nosso mercado. É importante ressaltar que nossa marca pessoal pode e deve ser planejada, construída, cuidada e alimentada para que seja uma marca reconhecida positivamente. Confira agora sete dicas para você construir sua marca pessoal:

1- Defina aonde você realmente quer chegar. Quais são seus objetivos na vida?

A primeira dica é realmente saber o que você quer da vida. Aonde quer chegar? O que realmente quer ser? Como quer ser visto(a) e reconhecido(a)?

2- Alicerce sua vida em valores e princípios elevados.

Sua marca tem que ter como alicerce um conjunto elevado de crenças, valores e princípios sobre os quais ela será construída.

3- Defina claramente qual é o seu público-alvo. Quem você quer servir?

É fundamental você definir o seu mercado, ou seja, quem você quer servir, atender, enfim, seu público-alvo.

4- Invista em seu conhecimento técnico e seja excelente no seu campo de atuação.

Para ter sucesso é preciso que você seja excelente no que faz do ponto de vista técnico, ou seja, que seja especialista e não pare de se aperfeiçoar dentro do campo em que atua.

5- Tenha foco. Foco é onde você concentrará de 70% a 80% de sua energia.

Foco é fundamental para o sucesso. Saiba dizer não as tentações que o farão perder o foco.

6- Defina qual é seu diferencial e sua proposta única de valor a seu público-alvo.

Pense qual a razão pela qual alguém contrataria você ou seus serviços. Qual a sua proposta única de valor? Qual o seu real diferencial? Invista em seu diferencial competitivo.

7- Seja consistente e coerente com seus princípios e valores.

A coerência entre o discurso e a prática, isto é, o que você fala e o que você faz, é fundamental para o sucesso de sua marca pessoal. Toda a sua vida e suas ações, atitudes e comportamentos devem ser consistentes com sua proposta e como quer ser reconhecido(a). Sem essa consistência e essa coerência a sua marca terá vida curta.

Conclusão

Analise com atenção essas sete dicas e pense como sua marca pessoal é vista hoje e o que deve fazer para que ela comunique o que você quer ser e como quer ser reconhecido (a).

Pense nisso. Sucesso!

 

Texto publicado originalmente no site : https://administradormaisvoce.com/2018/06/07/sete-dicas-para-voce-construir-sua-marca-pessoal/

O envelhecimento da população tem gerado novas demandas, dentre elas a educação e o trabalho. Compreende-se que há pessoas com realidades de vida bem distintas, há os que sentem o peso da idade e, os que se mantêm em pleno vigor e, estas especificidades devem ser consideradas.

A realidade atual, é complexa e repleta de novas exigências que carece de novos modos de pensar e agir para que se possa viver o envelhecimento de forma plena, e com alteridade, além de respeito à singularidade de cada indivíduo, especialmente o adulto maduro.

E porque não gerar produtos e soluções para o adulto maduro, pensadas e idealizadas por eles mesmos? Por que não ouvir estas pessoas e lhe oferecer o que de fato lhes atende?

Entende-se como relevante que as empresas se atentem para a potencialidade laboral e criativa deste adulto maduro, e que a intergeracionalidade possa ser um potencial gerador de competitividade para seu destaque no mercado em que atua. Cada geração tem suas características positivas e as entendidas como negativas, portanto, compreende-se que é importante promover um equilíbrio entre estas, potencializando o que há de positivo e, minimizando o que há de negativo através de ações efetivas de integração entre as gerações. Em tempo de atenção à diversidade, um olhar atento às diversidades advindas de gerações diferentes convivendo juntas releva-se um potencial campo de atuação para as organizações e toda a sociedade.

A reforma da Previdência prevê mais anos de contribuição, contudo, o mercado de trabalho anda na contramão, deixando de abrir suas portas às pessoas com mais idade.

O direito do “adulto maduro” ao trabalho, é aqui compreendido como algo recente na medida em que, se está diante de um fenômeno de longevidade sem precedentes, portanto, são inúmeras as questões que devem ser pensadas, analisadas, estudadas e compreendidas em sua essência para ações que efetivamente promovam a oportunidade tão desejada por parte significativa desta população.

Em vídeo, a pesquisadora do IPEA Maria Andreia Lameiras afirma que a permanência do adulto maduro no mercado de trabalho se dá por duas razões, primeiro pela manutenção da renda e o segundo está diretamente relacionado à expectativa de vida. Afirma ainda: “Essas pessoas querem se manter ativas, pois têm uma maior expectativa de vida maior”.

O crescimento da população tida como envelhecida e com plenas capacidades físicas e mentais deve ser considerado, pois, muitos estão fora do mercado de trabalho e buscam uma oportunidade. Desejam ocupar-se e obter uma renda ou complemento desta, pois quando aposentados não conseguem manter um padrão de vida que os atenda minimamente. Outra questão relevante é, sentir-se plenamente capaz e ter as oportunidades negadas por conta da idade. Deve-se considerar que o adulto maduro conta com uma significativa experiência de vida e que aliado aos seus conhecimentos forma o seu maior ativo, que estará à serviço das organizações e das novas gerações.

Vive-se um momento em que, ser idoso deixou de ser sinônimo de incapacidade, improdutividade e dependência, pelo contrário, os “adultos maduros” de hoje são ativos, produtivos, antenados e independentes.

Acredita-se que as oportunidades para pessoas acima dos 60 anos vão atender a uma tendência natural, a longevidade. A população está envelhecendo, portanto, temos que nos adequar, não só produtos e serviços, mas também com oportunidades de trabalho. Fica a pergunta: será que o Brasil está preparado para lidar com as novas demandas e os novos desafios resultantes do envelhecimento populacional?

 

 

Artigo completo apresentado no VII Congresso Internacional Interdisciplinar em Sociedades e Humanidades (CONINTER)

MÔNICA CAMPOS SANTOS MENDES

Mestranda do Programa de Humanidades, Culturas e Artes

 

ANGELO SANTOS SIQUEIRA

Professor do Programa de Humanidades, Culturas e Artes

 

O Instituto Eu Consigo é uma organização sem fins lucrativos que visa auxiliar, através de assessorias e orientações gratuitas, pessoas desempregadas em busca de recolocação no mercado de trabalho. Considere fazer uma doação clicando aqui!