Blog

O desemprego é um câncer que corrói o tecido social, destrói a autoestima e os sonhos de quem se encontra nessa situação. É um verdadeiro pesadelo que não tem fim, pois é assunto que tira o sono de milhões de brasileiros, estando no topo de sua lista de preocupações. Por isso deve ser combatido com determinação e medidas de resultado imediato. Não temos tempo a perder.

Durante a grande depressão americana, na década de 1930, o presidente Franklin Delano Roosevelt lançou um ambicioso programa para recuperar a economia e, principalmente, gerar empregos, conhecido por New Deal.

Aquele programa, inovador e arrojado, foi uma verdadeira revolução na teoria econômica clássica, uma vez que pôs por terra a premissa vigente de que a economia se reacomodava de forma automática, especialmente via ajuste de preços ( nesse caso para baixo).

Vale lembrar que a taxa de desemprego que atinge os jovens brasileiros é a mesma da época da Grande Depressão americana (25%).

Já nos acostumamos a ver o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE) não baixa da casa dos 13 milhões. Estamos cansados de não ver nenhuma reação do governo. Pelo nível de empregos gerados atualmente ( 203 mil no primeiro trimestre) seriam necessários absurdos 17 anos para zerar o estoque de desempregados no país. Evidentemente, é um tempo que o desempregado não tem. Em vez de focar no problema, o governo prefere comemorar a menor inflação da história, ou seja: uma verdadeira vitória de Pirro, pois com a demanda reprimida por conta do desemprego, não há inflação. Não há o que comemorar.

Combater a inflação com desemprego é covardia. Recentemente dois renomados economistas, um de linha ortodoxa, e outro, heterodoxa, travaram um acalorado debate sobre o melhor caminho para o país voltar a crescer sem a volta inflação, mas sem apontar de fato uma solução. Oras, para o desempregado não importa a cartilha a ser utilizada: ele quer seu emprego de volta, não importa se via Keynes ou via mercado.

O New Deal foi um grande pacto nacional, liderado pelo governo. Porém, isso não significa que o governo bancou sozinho o programa, mas que exerceu seu papel ao conduzir com investimentos produtivos, a retomada de um ciclo de crescimento econômico virtuoso, no qual a iniciativa privada (capital e trabalho), pôde vislumbrar um cenário promissor, confiável e de longo prazo. Houve então benefícios para todos ( governo e sociedade) com essa adesão a uma grande aliança nacional em prol da retomada do crescimento da economia e da consequente geração de empregos.

O presidente Michel Temer poderia, no final do seu governo, entrar para a história como o presidente que lançou um New Deal brasileiro, aproveitando o poder da sua caneta para gerar milhões de empregos.

 

Por Sady Bordin Presidente – fundador do Instituto Eu Consigo.

Publicado originalmente no Correio Brasiliense , Julho/2018.

Arrebente suas caixas!

 

Muito se fala em pensar fora da caixa.

Certamente você já disse ou ouviu alguém dizendo isso. Pois bem, pensar fora da caixa é usar a criatividade, ser disruptivo, inovador, olhar as coisas por outros ângulos, achar alternativas diferentes para os problemas, enfim, é sair da zona de conforto que a caixa representa e arriscar.

Entretanto, mesmo pensando fora da caixa, a tendência é que se volte para ela, mesmo considerando que, ao “pensarmos fora”, ampliamos o espaço e as paredes.

Hoje, ao ver algumas mensagens em minhas redes sociais, sobre outra de minhas atividades, me veio um pensamento: não é fora da caixa, mas SEM A CAIXA!

E parece que uma cortina caiu!

Pensa comigo: se eu pensar fora da caixa, ainda a manterei ali, para voltar. Suas paredes e as vezes até a tampa continuarão fazendo parte da minha vida. Serão como amarras, que parecem confortáveis, dão a falsa sensação de segurança, mas que não permitem ir além do seu próprio comprimento.

Pensar fora da caixa, pressupõem então, a manutenção da caixa.

E o que eu te proponho aqui, e que foi o que percebi tão alegremente, é acabar com a caixa!

Questione-se sempre se o que você faz é realmente o que ama fazer. Quais os motivos, que te prendem às suas caixas. Como pode fazer mais e melhor, com prazer o que está fazendo. Como Quanto de você está dentro da caixa, precisando loucamente sair e ser feliz, derrubando as paredes.

Claro que a caixa é metafórica e cada um aqui saberá quantas tem, que tamanho possuem, densidade das paredes, material da composição. Isso é parte de nossa individualidade e muito importante neste processo. Mas, atenção: você não é sua caixa. Você sequer precisa estar “dentro” dela. Quebrar ou derrubar uma parede de cada vez, olhar para si, reconhecer suas potencialidades e colocá-las a seu serviço, o farão perceber que a caixa era apenas um envoltório que o mantinha estagnado, preso.

Vou te falar por que tive este insight, que para mim foi tão importante e por isso quis dividir contigo. Desde que deixei o mercado formal, com carteira de trabalho assinada, tenho vivido ricas e maravilhosas experiências como empreendedora. Os altos e baixos fazm parte deste cotidiano. E, justamente por me enveredar por caminhos diferentes, percebi que quebrei as paredes. Me libertei.

E, percebi que poderia ter feito isso há muito tempo, se não estivesse tão presa às caixas e apenas querendo pensar fora delas, mas sim, sair delas.

Agora que percebi o quão gigantesco é o universo fora da caixa, algumas palavras ficam mais fortes: disciplina, foco, resignação, resiliência, determinação, gratidão, honra são as que me vem a mente neste momento.

 

Estas fotos tem tudo a ver com minha ruptura com a caixa…. Não preciso fazer apenas uma coisa, de um único jeito, para um único e determinado fim e com isso “matar” meus talentos. Mas, posso aproveitá-los, melhorá-los, ampliá-los (isso até é bíblico).

Agora é seguir em frente e continuar derrubando paredes, abrindo caixas, saindo delas.

Como estão suas caixas?

Sou Tania Klein, Coach de Desenvolvimento de Carreira.

Estou convencida de que todas as pessoas possuem dentro de si o que necessitam para prosperar em suas carreiras, por isso, meu trabalho é de transformar esse conhecimento em ação para que tenham sucesso e prosperidade, através de um planejamento focado e bem estruturado!

Sou idealizadora do programa Profissional Próspero, para quem deseja ser um profissional brilhante, prosperar na carreira, através do desenvolvimento de competências que só os grandes campeões possuem para chegar ao topo.

 

 

Em mais uma iniciativa voltada à diversidade, a PepsiCo abre suas portas para profissionais que passaram um tempo longe do mercado de trabalho

Um dos maiores desafios enfrentados por profissionais de quaisquer áreas é voltar ao trabalho após um período de afastamento. Muitas mães deixam as carreiras de lado para se dedicarem 100% à maternidade e depois enfrentam dificuldades para retomar seus caminhos. O mesmo pode acontecer com mulheres e homens que deixam seus empregos para acompanhar os cônjuges em mudanças de cidade ou país. E, por que não, com pessoas que ficaram doentes, que tiraram um tempo para se dedicar aos estudos ou até mesmo para curtir um período sabático. Mas o que fazer quando, eventualmente, esses profissionais quiserem trabalhar de novo? Foi pensando nos obstáculos que estas pessoas enfrentam que a PepsiCo desenvolveu o programa Ready to Return, que está chegando ao Brasil.

O principal público do programa são mulheres que deram uma pausa na carreira para se dedicar à família, mas o Ready to Return está aberto a candidatos de qualquer gênero, que tenham, por qualquer razão, parado de trabalhar por um período de dois anos. Nesta primeira edição, o programa, que será implementado em formato de projeto-piloto, vai oferecer quatro vagas nas áreas de Vendas, RH, Finanças e Operações para posições de liderança média a sênior. Os candidatos serão selecionados por meio de entrevistas com a área de Recursos Humanos e Gestores das posições.

Os candidatos selecionados vão permanecer na companhia durante 10 semanas, com salários e benefícios correspondentes aos cargos ocupados. Eles terão a chance de trabalhar em projetos relacionados às suas áreas e de alta relevância para os resultados da companhia – desta forma, eles terão a oportunidade de recuperar o ritmo do mercado, de se desafiar e provar seu valor para a PepsiCo. No entanto, a participação no Ready to Return não é garantia de emprego; os profissionais podem receber ofertas para serem efetivados na companhia se apresentarem boa performance durante o programa.

Além da experiência profissional, a companhia vai oferecer mentoria, treinamentos e imersões para atualização e capacitação.

E o que a PepsiCo ganha com isso?

A companhia tem trabalhado bastante para inovar na forma de identificar, recrutar e reter talentos, e isso passa pelo desafio de trazer profissionais com perfis variados para agregar novos olhares na organização. Com o Ready to Return a PepsiCo quer atrair pessoas com alto potencial e experiência, capazes de contribuir para o seu crescimento com muito gás.

INSCREVA - SE PARA VENDAS 
INSCREVA - SE PARA RH
INSCREVA - SE PARA FINANÇAS
INSCREVA - SE PARA OPERAÇÕES

 

Segue o link na página da Pepsico: http://pepsico.com.br/quem-somos/carreira/ready-to-return

 

O Instituto Eu Consigo é uma organização sem fins lucrativos que visa auxiliar, através de assessorias e orientações gratuitas, pessoas desempregadas em busca de recolocação no mercado de trabalho. Considere fazer uma doação clicando aqui!


Entre em contato conosco pelo telefone (41) 4106-0202 ou pelo e-mail contato@euconsigo.org